
Conta-se que dois artistas pintaram quadros que retratavam a paz, conforme a visão de cada um. Um deles pintou um lago calmo e tranquilo ao pé de uma montanha. O outro pintou uma cachoeira tempestuosa e uma árvore que, pela força dos ventos e da queda d'agua, se inclinava sobre a cachoeira. Num dos galhos dessa árvore, um passarinho no ninho... De súbito eu considerei a primeira cena perfeita para descrever a paz. Verdadeiramente, quando me sinto muito cansada ou atribulada, procuro relaxar enquanto imagino um lugar exatamente assim... um lago ou um riacho tranquilo ao pé de uma montanha, uma árvore frondosa, e o sol refletindo no lago enquanto se põe. Não queria só imaginar, às vezes gostaria mesmo de me trasladar! Passada a primeira impressão, pensei na segunda cena. Onde estaria a paz naquela cachoeira de quedas impetuosas, cujas águas despencavam de uma altura assombrosa e batiam nas pedras e respingavam no ar? Que davam contra as raízes de uma árvore de grosso tronco, com tamanha força, que ela se debruçava sobre a cachoeira? A paz estava bem ali: um passarinho fizera seu ninho num dos galhos daquela árvore e estava descansando, a despeito da agitação das águas. Pensei algo: a confiança do passarinho não estava no ninho ou na árvore, mas nas suas asas. Se viesse a cair, poderia voar! Por isso ele descansava. E estaria em paz em qualquer lugar, sob qualquer circunstância, porque Deus lhe deu asas para voar!
Conta-se que dois artistas pintaram quadros que retratavam a paz, conforme a visão de cada um. Um deles pintou um lago calmo e tranquilo ao pé de uma montanha. O outro pintou uma cachoeira tempestuosa e uma árvore que, pela força dos ventos e da queda d'agua, se inclinava sobre a cachoeira. Num dos galhos dessa árvore, um passarinho no ninho... De súbito eu considerei a primeira cena perfeita para descrever a paz. Verdadeiramente, quando me sinto muito cansada ou atribulada, procuro relaxar enquanto imagino um lugar exatamente assim... um lago ou um riacho tranquilo ao pé de uma montanha, uma árvore frondosa, e o sol refletindo no lago enquanto se põe. Não queria só imaginar, às vezes gostaria mesmo de me trasladar! Passada a primeira impressão, pensei na segunda cena. Onde estaria a paz naquela cachoeira de quedas impetuosas, cujas águas despencavam de uma altura assombrosa e batiam nas pedras e respingavam no ar? Que davam contra as raízes de uma árvore de grosso tronco, com tamanha força, que ela se debruçava sobre a cachoeira? A paz estava bem ali: um passarinho fizera seu ninho num dos galhos daquela árvore e estava descansando, a despeito da agitação das águas. Pensei algo: a confiança do passarinho não estava no ninho ou na árvore, mas nas suas asas. Se viesse a cair, poderia voar! Por isso ele descansava. E estaria em paz em qualquer lugar, sob qualquer circunstância, porque Deus lhe deu asas para voar!
Entendi um princípio importante para a vida: posso estar em paz mesmo em meio às maiores dificuldades e pressões de todo tipo. Posso. Se eu me lembrar de quem eu sou e de quem Deus é. E mais: de quem eu sou em Deus. Também tenho asas. Se perco o chão por razões de qualquer natureza, a confiança é minha asa direita e a esperança é minha asa esquerda. O vento sopra e posso não saber a sua rota, mas Deus cuida de mim. Se não cai um passarinho do ninho sem que Ele saiba, nem cai uma folha da árvore sem que Ele veja, se sabe o nome de cada estrela, o número dos grãos de areia e quantos fios de cabelo eu tenho, é claro que sabe de tudo o mais que eu não sei!...
Um dia após o outro. Mas já, já, de um ano diferente... Que a paz tão desejada para o Ano Novo tenha seu início hoje, dentro da gente.
Um dia após o outro. Mas já, já, de um ano diferente... Que a paz tão desejada para o Ano Novo tenha seu início hoje, dentro da gente.