O cérebro é o controlador de todas as funções do nosso corpo. Ele só não controla o coração. Essa é uma rixa antiga...e está cientificamente comprovado: o coração também envia informações ao cérebro! Numa relação neurológica e química, coração e cérebro se comunicam através de sinais cardíacos, que influenciam todo o processo cognitivo. Quando nos sentimos nervosos, felizes, irritados, cansados, enfim, o coração envia ao cérebro sinais cardíacos e as coisas ficam caóticas e confusas... Então, produz e libera oxitocina, conhecido como o hormônio do amor que inibe o estresse.
Assim, o amor, que dizemos estar no coração, está também no cérebro. E tanto em um quanto em outro, não é simplesmente uma emoção, mas um estado inteligente: o coração envia ao cérebro todas as informações e energias químicas do estado amoroso, ainda que não muito claras. Ambos conversam o tempo todo, mas, poeticamente, parece difícil que cheguem a um acordo...
São estudos novos e interessantes que abrem uma porta generosa para o entendimento da visão científica, literária e religiosa acerca da importância do coração para para o equilíbrio funcional do corpo, junto ao cérebro. Tudo se completa. Tudo se harmoniza. Não se trata de qual seja o mais importante, visto que são fundamentais.
Noções frias de que o cérebro é uma "massa cinzenta" e o coração é um "músculo", ou noções românticas de que o cérebro é uma " caixa de memórias" e o coração é "tudo", sencaixam-se perfeitamente quando num instante nos concentrados em sentir o coração bater e em nossa mente cada batimento cardíaco repete o nome daquela pessoa...
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