A calçada, outrora limpa, agora amarelada de folhas. No ar, um frescor cheio de nostalgia, um silêncio pairando, só interrompido pelo cantar de um passarinho e umas vozezinhas de crianças, além do moço que passava cantando com seu fone de ouvido.
O céu de fim de tarde também amarelado, com reflexos lilases e azuis de um tímido sol que já vai caindo. Na padaria o cheiro gostoso de pão convidando para um café.
E eu, da minha janela, também outonando dentro de mim, sinto saudade das minhas folhas que caíram, mas estou pronta para reverdescer.
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