
Blá blá blá... às vezes parece que a vida é uma grande sequência desses monossílabos sem sentido. E pode ser que seja mesmo, para alguns, mas não pra quem quer mais que palavras. Pra quem quer planos, metas, prazos e resultados, porque, se não for assim, tudo é só mesmo uma enxurrada de palavras que no fim das contas são esquecidas, se equivocam, se arrependem, se vão e não voltam e ainda se espalham como folhas secas carregadas pelo vento. E, como se isso fosse pouco, ainda podem ser pontiagudas, cortantes, duras, afiadas...
Quanto poder emana das palavras que proferimos! É inadmissível que as desperdicemos em blá blá blás que nada acrescentam ou pior, que ferem quem ouve.
Sim, as palavras podem ser maldosas, profanas, impiedosas e podem sair da mesma boca que fala manso e bonito; é assim que estamos feitos.
O antídoto é cuidar primordialmente do coração, pensando nele não como um órgão do corpo, mas como a sede dos sentimentos, ainda que tudo comece no pensamento. Como nós pensamos, sentimos; como sentimos, nos expressamos, seja qual for a linguagem. E aquilo que nos enche é o que vai transbordar... em palavras, em atitudes, em emoções.
Na verdade, espero que pra você que está lendo, isso faça algum sentido. Pra mim, é uma pequena faxina mental. Uma leve arrumação nas gavetas da memória, porque é necessário jogar fora palavras, imagens, lembranças, enfim, o que não serve, o que não encaixa, o que não procede, o que machuca. Abrir as janelas da mente pra ventilar. Aproveitar a primavera pra deixar que germinem boas ideias, que certamente vão dar vida a palavras otimistas e bondosas que, por sua vez, serão capazes de levantar quem caiu de triste, de cansado, de desiludido. Se não for assim, por favor, silencie as palavras. Diga-lhes que se calem, porque já se falou demais. Até o tolo se passa por entendido quando fala menos... e quem disse isso foi Salomão, o homem de sábias palavras.
Quanto poder emana das palavras que proferimos! É inadmissível que as desperdicemos em blá blá blás que nada acrescentam ou pior, que ferem quem ouve.
Sim, as palavras podem ser maldosas, profanas, impiedosas e podem sair da mesma boca que fala manso e bonito; é assim que estamos feitos.
O antídoto é cuidar primordialmente do coração, pensando nele não como um órgão do corpo, mas como a sede dos sentimentos, ainda que tudo comece no pensamento. Como nós pensamos, sentimos; como sentimos, nos expressamos, seja qual for a linguagem. E aquilo que nos enche é o que vai transbordar... em palavras, em atitudes, em emoções.
Na verdade, espero que pra você que está lendo, isso faça algum sentido. Pra mim, é uma pequena faxina mental. Uma leve arrumação nas gavetas da memória, porque é necessário jogar fora palavras, imagens, lembranças, enfim, o que não serve, o que não encaixa, o que não procede, o que machuca. Abrir as janelas da mente pra ventilar. Aproveitar a primavera pra deixar que germinem boas ideias, que certamente vão dar vida a palavras otimistas e bondosas que, por sua vez, serão capazes de levantar quem caiu de triste, de cansado, de desiludido. Se não for assim, por favor, silencie as palavras. Diga-lhes que se calem, porque já se falou demais. Até o tolo se passa por entendido quando fala menos... e quem disse isso foi Salomão, o homem de sábias palavras.
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