Um homem prestes a ser enforcado por assassinato recebeu o perdão da família da vítima alguns segundos antes da execução da pena. Isso aconteceu no Irã, onde assassinos e estupradores são condenados à forca. Já com a corda no pescoço, o réu ouviu a família dizer que o perdoava e no mesmo instante pessoas se apresentaram pra apoiar seu corpo e livrá-lo da morte. A lei iraniana assegura ao culpado o direito de ser poupado, caso a família agredida lhe conceda o perdão. Nesse caso, ele paga o equivalente a US$36 mil e depois volta para a prisão onde cumpre mais um tempo de pena.
Quando ouvi essa noticia fiquei muito tocada com a realidade do perdão na vida das pessoas. Não é sinal de fraqueza dar o perdão a alguém. Antes, é quase divino, porque não é da natureza do ofendido liberar perdão ao ofensor. Mas é bem verdade que todos nós precisamos de perdão. Falhamos ou mesmo erramos grosseiramente, e como continuar vivendo se não formos desculpados ou perdoados?! Perdoar é liberar alguém pra viver. E em se tratando dessa liberação, ela acontece em ambas as partes. Quem ofendeu sabe o que fez. O ofendido sabe o que sentiu. Como lidar com esses constrangimentos, com essas dores, com essas feridas que se abrem no coração? Só através do perdão. Quando perdoamos a quem nos feriu, nos liberamos pra uma vida mais saudável e mais feliz. A falta do perdão adoece a alma aos poucos, torna amarga a existência, torna difícil a convivência. Quando nos negamos a desculpar ou a perdoar alguém, estamos nos colocando acima de Jesus, que sem culpa e sem ofensa em Si mesmo, assumiu as nossas culpas, tornando-se propiciador de perdão. E foi Ele quem nos ensinou a orar pedindo ao Pai que perdoasse as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido...
Se Deus nos perdoasse na mesma medida em que perdoamos quem nos fez mal, o que seria de nós? Onde e como estaríamos hoje? Nos cabe então considerar e reconsiderar essa importante questão na nossa vida. Eu preciso perdoar pra que os caminhos sejam abertos, pra que o mal seja desfeito, pra que minha saúde seja resguardada e pra que minha vida se prolongue. Não é que o meu ofensor mereça perdão, porque fato é que ninguém o merece; somos todos muito propensos a errar e a repetir os mesmos erros. Perdoamos porque é imperativo. Porque agrada a Deus. Porque atrai sobre nossa vida bondade e misericórdia. Porque também precisamos ser perdoados ou ainda precisaremos.
Os beneficios do perdão são incontáveis. Dizemos ao ofensor: "você não me deve mais nada; siga sua vida e seja feliz." Dizemos a nós mesmos: "vire a página, prepare-se pra viver dias mais felizes, sem amargura e sem condicionamentos." Deus trata de quem machucou e de quem está machucado e ainda usa a ferida pra grandes ensinamentos. Quando perdoamos, tiramos um peso do nosso coração e abrimos a porta da nossa alma pra que ela fique livre da angústia, da mágoa e de sentimentos pequenos. E quando somos perdoados, nos sentimos leves, como se um fardo muito pesado, que não mais suportavámos carregar, fosse tirado de nossas costas, fardo que nos fazia olhar pro chão e andar encurvados. Negar o perdão a quem precisa dele é colocar-se a si mesmo na condição de quem não erra, e isso não é verdade. Não importa o tamanho de um erro, nem a extensão das consequências; os beneficios do perdão oferecido ou recebido são sementes pro futuro. Se plantamos o perdão nos nossos relacionamentos, certamente vamos colher perdão na hora em que dele precisarmos. Essa é a lei espiritual do dar e receber. Perdoar é libertar alguém e descobrir que esse alguém é a gente mesmo.
Se Deus nos perdoasse na mesma medida em que perdoamos quem nos fez mal, o que seria de nós? Onde e como estaríamos hoje? Nos cabe então considerar e reconsiderar essa importante questão na nossa vida. Eu preciso perdoar pra que os caminhos sejam abertos, pra que o mal seja desfeito, pra que minha saúde seja resguardada e pra que minha vida se prolongue. Não é que o meu ofensor mereça perdão, porque fato é que ninguém o merece; somos todos muito propensos a errar e a repetir os mesmos erros. Perdoamos porque é imperativo. Porque agrada a Deus. Porque atrai sobre nossa vida bondade e misericórdia. Porque também precisamos ser perdoados ou ainda precisaremos.
Os beneficios do perdão são incontáveis. Dizemos ao ofensor: "você não me deve mais nada; siga sua vida e seja feliz." Dizemos a nós mesmos: "vire a página, prepare-se pra viver dias mais felizes, sem amargura e sem condicionamentos." Deus trata de quem machucou e de quem está machucado e ainda usa a ferida pra grandes ensinamentos. Quando perdoamos, tiramos um peso do nosso coração e abrimos a porta da nossa alma pra que ela fique livre da angústia, da mágoa e de sentimentos pequenos. E quando somos perdoados, nos sentimos leves, como se um fardo muito pesado, que não mais suportavámos carregar, fosse tirado de nossas costas, fardo que nos fazia olhar pro chão e andar encurvados. Negar o perdão a quem precisa dele é colocar-se a si mesmo na condição de quem não erra, e isso não é verdade. Não importa o tamanho de um erro, nem a extensão das consequências; os beneficios do perdão oferecido ou recebido são sementes pro futuro. Se plantamos o perdão nos nossos relacionamentos, certamente vamos colher perdão na hora em que dele precisarmos. Essa é a lei espiritual do dar e receber. Perdoar é libertar alguém e descobrir que esse alguém é a gente mesmo.

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