
Dizem que o amor machuca. Mas amor não machuca. O que machuca é a falta de amor. A rejeição, o abandono, a indiferença, a distância, isso sim é que machuca.
O amor é bom, é paciente, não é invejoso; o amor crê, espera, suporta, supera; não é orgulhoso nem fingidor; não se porta mal, nem se alegra com mentiras ou injustiças. O amor permanece, cresce com a gente. Não há sentimento melhor na vida, quando correspondido. Quando amamos e somos amados, as melhores coisas são despertadas em nós. Somos capazes de atitudes altruístas, de sorrisos mais sinceros, de palavras mais bondosas, de pensamentos mais nobres, de mais entusiasmo pela vida, de mais coragem. Somos muito mais felizes quando o amor permeia a nossa vida em todas as suas instâncias.
Por outro lado, não há nada pior do que o desamor. Quando o coração endurece pela falta de amor, quando somos feridos pela ausência de quem amamos, quando nos retraimos pela indiferença com que somos tratados, quando nossa alma escurece pela dor da rejeição... sobreviver a isso é uma luta diária, uma decisão a tomar todos os dias.
Pode ser que essas dificuldades nos façam crescer e nos tornem mais sensíveis e mais aptos ao amor, mas também pode ser que nos tornem duros, frios e desacreditados. Acho que nós mesmos podemos decidir como vai ser. Com a razão podemos escolher crescer, mas a emoção certamente nos faz titubear entre a força e a fragilidade. Daí a luta pela sobrevivência. Dia após dia superando perdas, derrubando questionamentos e construindo uma ponte que nos possibilite atravessar pro outro lado de uma história que não teve final feliz.
Dessa forma vamos aprendendo a belíssima arte de conviver com uns e de sobreviver sem outros; de viver o que é real e não ficar suspirando pelo ideal; de encontrar a felicidade no que temos.
Dizem que o amor machuca. Mas na verdade o amor cura todos os males. É o antídoto contra as maiores enfermidades da alma.
Eu luto todos os dias para conservar no meu coração a fé, a esperança e o amor, a despeito de das perdas que já sofri. Sou uma sobrevivente. Quase uma fênix, renascendo de minhas próprias cinzas...
O amor é bom, é paciente, não é invejoso; o amor crê, espera, suporta, supera; não é orgulhoso nem fingidor; não se porta mal, nem se alegra com mentiras ou injustiças. O amor permanece, cresce com a gente. Não há sentimento melhor na vida, quando correspondido. Quando amamos e somos amados, as melhores coisas são despertadas em nós. Somos capazes de atitudes altruístas, de sorrisos mais sinceros, de palavras mais bondosas, de pensamentos mais nobres, de mais entusiasmo pela vida, de mais coragem. Somos muito mais felizes quando o amor permeia a nossa vida em todas as suas instâncias.
Por outro lado, não há nada pior do que o desamor. Quando o coração endurece pela falta de amor, quando somos feridos pela ausência de quem amamos, quando nos retraimos pela indiferença com que somos tratados, quando nossa alma escurece pela dor da rejeição... sobreviver a isso é uma luta diária, uma decisão a tomar todos os dias.
Pode ser que essas dificuldades nos façam crescer e nos tornem mais sensíveis e mais aptos ao amor, mas também pode ser que nos tornem duros, frios e desacreditados. Acho que nós mesmos podemos decidir como vai ser. Com a razão podemos escolher crescer, mas a emoção certamente nos faz titubear entre a força e a fragilidade. Daí a luta pela sobrevivência. Dia após dia superando perdas, derrubando questionamentos e construindo uma ponte que nos possibilite atravessar pro outro lado de uma história que não teve final feliz.
Dessa forma vamos aprendendo a belíssima arte de conviver com uns e de sobreviver sem outros; de viver o que é real e não ficar suspirando pelo ideal; de encontrar a felicidade no que temos.
Dizem que o amor machuca. Mas na verdade o amor cura todos os males. É o antídoto contra as maiores enfermidades da alma.
Eu luto todos os dias para conservar no meu coração a fé, a esperança e o amor, a despeito de das perdas que já sofri. Sou uma sobrevivente. Quase uma fênix, renascendo de minhas próprias cinzas...
Carine Beatriz
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