Peguei muito dessa chuva que caiu hoje pela manhã. De propósito mesmo. Faz muito tempo que queria um banho de chuva! Água do céu, assim, pra me lavar da cabeça aos pés. É diferente de qualquer outro banho.
As ruas estão alagadas. As pessoas molhadas. Mas não me parecem felizes com isso. Ao contrário de mim...
Amo chuva, pôr-de-sol, vento no rosto, cheiro de terra molhada, ipê florido, beira-mar, pão com manteiga e café, voltar do trabalho, barulho de criança, andar descalça, demorar no banho, andar de bicicleta...e mais uma lista de coisas comuns que podem tornar o dia incomum. Falar disso me dá até saudade, porque às vezes tudo fica tão complicado dentro de mim, que desvio o olhar e a atenção dessas coisas que me fazem tão bem... Há alguns dias levamos os filhos na pracinha e resolvi ver se ainda sabia andar de bicicleta... (nas minhas contas, havia mais de quinze anos que não fazia isso) e foi incrivelmente bom!! Uma baita sensação de liberdade! Resolvi que vou comprar uma bicicleta.
A simplicidade está à disposição de qualquer pessoa que der importância a ela. Em troca, o prazer que descobrimos nas coisas simples da vida é legítimo e profundo. Não nos usurpa em nada, só nos enriquece. E quanto mais nos alegramos com pequenas coisas, mais aptos nos tornamos pra receber coisas maiores e vivenciar maiores alegrias. Deus nos abençoa e a vida nos presenteia.
Quando somos privados de alguma coisa, talvez seja porque não necessitamos realmente daquilo ou pode ser que não seja o tempo certo de possuir, mas a compreensão só nos chega depois. Vamos vendo e entendendo por parte.
Olhar a vida com esses olhos não é utopia, nem saída pela tangente, nem segunda opção. Você deve saber que não é fácil manter olhar puro, coração simples e alma leve. Ser simples, leve, transparente, não significa ter pouco dinheiro ou nenhuma ambição, falar tudo que sente e pensa; antes, é não estar apegado a coisas materiais a ponto de não perceber a vida dando seu espetáculo todo dia; é não carregar o peso de ter sempre algo a dizer, a confessar, a reclamar... É uma decisão que tomamos toma sobre a maneira como queremos viver e, a partir daí, vivemos!... porque não é de teorias, idéias e discursos que vivemos a nossa vida, mas de sangue, suor, lágrimas e sorrisos.
E eu estou começando a decidir realmente por isso.
As ruas estão alagadas. As pessoas molhadas. Mas não me parecem felizes com isso. Ao contrário de mim...
Amo chuva, pôr-de-sol, vento no rosto, cheiro de terra molhada, ipê florido, beira-mar, pão com manteiga e café, voltar do trabalho, barulho de criança, andar descalça, demorar no banho, andar de bicicleta...e mais uma lista de coisas comuns que podem tornar o dia incomum. Falar disso me dá até saudade, porque às vezes tudo fica tão complicado dentro de mim, que desvio o olhar e a atenção dessas coisas que me fazem tão bem... Há alguns dias levamos os filhos na pracinha e resolvi ver se ainda sabia andar de bicicleta... (nas minhas contas, havia mais de quinze anos que não fazia isso) e foi incrivelmente bom!! Uma baita sensação de liberdade! Resolvi que vou comprar uma bicicleta.
A simplicidade está à disposição de qualquer pessoa que der importância a ela. Em troca, o prazer que descobrimos nas coisas simples da vida é legítimo e profundo. Não nos usurpa em nada, só nos enriquece. E quanto mais nos alegramos com pequenas coisas, mais aptos nos tornamos pra receber coisas maiores e vivenciar maiores alegrias. Deus nos abençoa e a vida nos presenteia.
Quando somos privados de alguma coisa, talvez seja porque não necessitamos realmente daquilo ou pode ser que não seja o tempo certo de possuir, mas a compreensão só nos chega depois. Vamos vendo e entendendo por parte.
Olhar a vida com esses olhos não é utopia, nem saída pela tangente, nem segunda opção. Você deve saber que não é fácil manter olhar puro, coração simples e alma leve. Ser simples, leve, transparente, não significa ter pouco dinheiro ou nenhuma ambição, falar tudo que sente e pensa; antes, é não estar apegado a coisas materiais a ponto de não perceber a vida dando seu espetáculo todo dia; é não carregar o peso de ter sempre algo a dizer, a confessar, a reclamar... É uma decisão que tomamos toma sobre a maneira como queremos viver e, a partir daí, vivemos!... porque não é de teorias, idéias e discursos que vivemos a nossa vida, mas de sangue, suor, lágrimas e sorrisos.
E eu estou começando a decidir realmente por isso.
Carine Beatriz
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