Há poucos dias ouvi a história de uma garotinha que adorava brincar com seu cachorro. Ele fazia aquela festa, toda vez que a menina aparecia na janela. Um dia, ao voltar da escola, notou que o cachorrinho não a esperava no portão... Infelizmente ele havia sido atropelado. A menina sofreu muito com a perda. Por vários dias seguidos ela continuava a olhar na mesma janela, tamanha era a saudade que sentia. Num desses dias, seu pai, notando que sofria, aproximou-se da menina é lhe disse:
_ Filha, nasceu uma flor linda no nosso jardim! Vamos mudar de janela?...
_ Filha, nasceu uma flor linda no nosso jardim! Vamos mudar de janela?...
Pode parecer meio dramática essa historinha, mas tenho certeza de que a vida real é ainda mais dramática. Quantas vezes ficamos como essa menina, olhando a vida pela janela do passado, pensando no tempo que passou, nas coisas que não fizemos, nas oportunidades que perdemos, nos erros que cometemos... apegados às lembranças do que foi ou do que poderia ter sido, vivemos como quem dirige olhando a estrada pelo retrovisor.
Onde estão os nossos olhos está também a nossa atenção e certamente estarão também os nossos esforços. Aquilo a que damos mais importância é que norteia a nossa vida. Se é no passado que concentramos a nossa atenção, vai ser muito difícil viver o tempo que realmente é decisivo: o hoje.
O presente é afetado pelo passado enquanto não rompemos com ele. Há coisas, pessoas e lembranças que precisamos soltar. Não dá pra viver no saudosismo das boas lembranças e nem na angústia das decepções e frustrações de um tempo que passou. Precisamos mudar de janela! Nasceu uma flor linda no jardim! O sol está brilhando! A vida amanheceu outra vez! Surgiu uma nova oportunidade! Tem uma boa notícia esperando pra ser contada! Se não mudarmos a perspectiva, se não mudarmos de janela, vamos continuar vendo as mesmas coisas... Do outro lado a visão pode ser melhor!
É hora de fechar a janela do passado. De parar de esperar por quem não virá. De parar de sofrer por quem não se importa. De deixar de culpar-se ou de culpar alguém. De parar de pensar tanto e começar a viver o que há pra viver.
De outra janela a vista é o fim de tarde, com direito a pôr-de -sol e doces sensações de brinde. Além de parar um pouco e descansar o corpo e a mente, ainda dá pra reciclar o coração e a alma e esquecer as dores e as metades que sobraram.
Mas pra curtir essa nova chance e experimentar esse renovo, é necessário ter coragem de fechar uma janela e abrir outra...
Onde estão os nossos olhos está também a nossa atenção e certamente estarão também os nossos esforços. Aquilo a que damos mais importância é que norteia a nossa vida. Se é no passado que concentramos a nossa atenção, vai ser muito difícil viver o tempo que realmente é decisivo: o hoje.
O presente é afetado pelo passado enquanto não rompemos com ele. Há coisas, pessoas e lembranças que precisamos soltar. Não dá pra viver no saudosismo das boas lembranças e nem na angústia das decepções e frustrações de um tempo que passou. Precisamos mudar de janela! Nasceu uma flor linda no jardim! O sol está brilhando! A vida amanheceu outra vez! Surgiu uma nova oportunidade! Tem uma boa notícia esperando pra ser contada! Se não mudarmos a perspectiva, se não mudarmos de janela, vamos continuar vendo as mesmas coisas... Do outro lado a visão pode ser melhor!
É hora de fechar a janela do passado. De parar de esperar por quem não virá. De parar de sofrer por quem não se importa. De deixar de culpar-se ou de culpar alguém. De parar de pensar tanto e começar a viver o que há pra viver.
De outra janela a vista é o fim de tarde, com direito a pôr-de -sol e doces sensações de brinde. Além de parar um pouco e descansar o corpo e a mente, ainda dá pra reciclar o coração e a alma e esquecer as dores e as metades que sobraram.
Mas pra curtir essa nova chance e experimentar esse renovo, é necessário ter coragem de fechar uma janela e abrir outra...

Nenhum comentário:
Postar um comentário